SÍNDROME METABOLICA

VITAMINAS, ENZIMAS E RECEPTORES PRECIZAM ESTAR EQUILIBRADOSR

9 de maio de 2012

ESTEATOSE –ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA: É UMA DOENÇA REVERSIVEL DESDE QUE TRATADA ADEQUADAMENTE

COM SUBSTÂNCIA MUITO ESPECÍFICA, ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL, EXERCÍCIOS FÍSICOS

.Fígado gorduroso, também conhecido como esteatose hepática e doença hepática gordurosa, é uma condição reversível na qual grandes vacúolos de gordura triglicerídia acumula nas células do fígado através do processo da esteatose. Apesar de ter diversas causas, o fígado gorduroso pode ser considerado uma doença única que ocorre em todo o mundo naquelas pessoas que consumem álcool em excesso e naqueles que são obesos (com ou sem efeitos da resistência à insulina). Essa condição também é associada com outras doenças que influenciam o metabolismo da gordura. Esteatose hepática O fígado é um órgão de primordial importância, sendo a principal unidade de fabricação e armazenagem do nosso organismo e um dos responsáveis pela transformação das proteínas, dos açúcares e das gorduras que ingerimos. A esteatose hepática é uma doença que afeta o fígado e na qual se verifica uma acumulação excessiva de gordura. Esta doença costuma cursar sem sintomas, sobretudo se desenvolver de uma forma progressiva.
Nos casos em que surge de uma forma súbita, podem surgir sintomas como dor na parte superior direita do abdômen e icterícia (cor amarela dos olhos e/ou pele). O primeiro passo para o diagnóstico é a realização de uma história clínica, com o objectivo de identificar alguma(s) causa(s) possível(is) para esta situação. A observação física também é importante pois permite identificar, através da palpação abdominal, a existência de um fígado aumentado de tamanho (hepatomegalia), com uma superfície lisa e indolor. As análises de sangue que traduzem o funcionamento do fígado revelam apenas ligeiras alterações inespecíficas. O diagnóstico será feito com exames que permitam visualizar o fígado, como a ecografia ou a tomografia computorizada, que evidenciam um excesso de gordura no fígado. O diagnóstico de certeza é feito com a realização de uma biopsia hepática (do fígado), embora esta não seja, geralmente, necessária.

Nas pessoas que desenvolvem esteatose hepática, existem certamente alguns mecanismos anormais que favorecem a acumulação de gordura no fígado. A gordura em excesso pode vir doutras partes do organismo (ex. tecido adiposo), ou pode vir de uma absorção excessiva de gordura no intestino. Pode também ser devida a uma diminuição da degradação e remoção de gordura pelo fígado.O diagnóstico será feito com exames que permitam visualizar o fígado, como a ecografia ou a tomografia computorizada, que evidenciam um excesso de gordura no fígado. O diagnóstico de certeza é feito com a realização de uma biopsia hepática (do fígado), embora esta não seja, geralmente, necessária.


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Dr. João Santos Caio Jr.

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Dra. Henriqueta V. Caio 
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Como Saber Mais:
1. O termo lipoproteína é empregado não para um composto químico definido, mas sim para uma família de partículas cuja finalidade é transportar lípides (gordura), principalmente triglicérides e colesterol, entre órgãos e tecidos...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com...

2. São altamente solúveis em água, e podem ser usados como energia pelas células. São classificados em monoinsaturados, poliinsaturados, ou saturados...
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3. Os principais grupos de lipoproteínas do plasma são: os quilomícrons, derivados da absorção intestinal de triglicérides. São as maiores partículas lipoproteicas, podendo ter diâmetro de 1 mm, e as menos densas, devido à alta proporção de lípides (até 99%)...
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19 de julho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA (ESTEATOSE HEPÁTICA) EM IDOSOS

TEM SUA ORIGEM CADA VEZ MAIS COMPREENDIDA NA RESISTÊNCIA À INSULINA COMO FATOR CENTRAL E OUTROS FATORES COMO A OBESIDADE  ( SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, INTRA-ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL), HIPERTRIGLICERIDEMIA, HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS TIPO 2.

A prevalência de doença hepática crônica está aumentando na população idosa. Geralmente com sintomatologia inespecífica ou assintomáticas, estas doenças podem facilmente não ser diagnosticados. Os testes de função hepática anormais de causa desconhecida, normalmente devem ser repetidos com o intuito de verificar se eles trazem mais esclarecimentos que os exames iniciais. Investigando a pessoa mais idosa com a função hepática mesmo com leves alterações, ela deve receber a mesma atenção que uma pessoa jovem. A biópsia hepática é segura, mas muitas vezes ela é esquecida nesta faixa etária e pode fornecer informações úteis para o diagnóstico, o prognóstico e a terapia direta. As opções de tratamento são semelhantes para todas as faixas etárias, com algumas diferenças sutis, porém mais uma prova é freqüentemente necessária para a população mais idosa. Morbidade e mortalidade ajustada por idade são muitas vezes mais grave em pessoas mais idosas, e, portanto, o diagnóstico e a intervenção precoce são importantes. Aqui apresentamos as doenças hepáticas crônicas mais comuns que os geriatras estão sujeitos a encontrar na prática clínica. 
Sua epidemiologia, aspectos clínicos, investigação, tratamento e mortalidade são descritos com especial incidência na população idosa. Sem doença hepática que seja mais comum em pessoas idosas, no entanto, os geriatras frequentemente têm que lidar com pessoas idosas com doença hepática crônica. Aqui são apresentadas algumas das doenças crônicas mais comuns que afetam o fígado e suas características clínicas, investigações, tratamento e mortalidade que são afetados com o avanço da idade. O fígado tem uma notável capacidade de se regenerar e manter a sua função durante o processo de envelhecimento. Ocorrem, no entanto, mudanças a nível celular e fisiológico que reduzem a função global do fígado. Apesar de hipertrofia (crescimento em tamanho) compensatória das células, em resposta à diminuição do número de hepatócitos que ocorre com o envelhecimento, o tamanho do fígado reduz em 25% com idade entre 20 e 70 anos, com uma redução de 33% do fluxo sanguíneo hepático com mais de 65 anos de idade. Em pessoas idosas, o fígado adquire uma aparência escura, macroscópica, resultante da acumulação de detritos intracelulares que podem surgir de defeito de síntese proteica e degradação. Os exames laboratoriais de doença hepática, ou seja, os testes de função hepática, tais como: bilirrubina, transaminases, fosfatase alcalina hepática não mudam com o avanço da idade. O álcool desidrogenase hepática também não apresenta redução na sua função relacionada à idade; vale a pena notar, no entanto, que o álcool desidrogenase gástrica é encontrado em níveis mais baixos nos idosos. 
A biópsia hepática é segura em idosos, com 6% das biópsias hepáticas sendo realizadas em indivíduos com mais de 80 anos de idade na Inglaterra e País de Gales e o risco de complicações é muito baixo, quase desprezível. A história natural e patogênese (origem da doença) da doença hepática gordurosa não alcoólica (esteatose hepática) é cada vez mais compreendida, com resistência à insulina sendo um fator central. Outros fatores de risco conhecidos são a obesidade, hipertrigliceridemia, hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2. A Insulina de jejum sérica elevada e de peptídeo-C indicam a resistência à insulina e pode contribuir para o diagnóstico em não-diabéticos. A fim de evitar a progressão da esteatose hepática à fibrose, os fatores de risco devem ser tratados o mais cedo possível. A redução no consumo total de energia diária com uma redução de peso de 10% não melhora anormalidades metabólicas e histológicas. Este benefício é aumentado com o exercício físico (queima 400 calorias, 3-4 vezes por semana). No entanto, ainda não está claro se os idosos vão se beneficiar na mesma medida que os jovens tomando este tipo de atitude. A idade é um fator de risco independente para a fibrose grave em doença hepática gordurosa ão alcoólica (superando a razão de 5,6 nas pessoas com idade> 45 anos); se isto é devido à regeneração comprometida e recuperação do fígado de processos inflamatórios, ou se é porque os mais velhos tiveram doença hepática gordurosa não alcoólica por mais tempo, não se sabe. O aumento do risco de morte é também significativamente ligado à idade avançada. 

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1. A prevalência de doença hepática crônica está aumentando na população idosa...
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2. Morbidade e mortalidade ajustada por idade são muitas vezes mais grave em pessoas mais idosas, e, portanto, o diagnóstico e a intervenção precoce são importantes...
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3. A Insulina de jejum sérica elevada e de peptídeo-C indicam a resistência à insulina e pode contribuir para o diagnóstico em não-diabéticos...
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Referências Bibliográficas:
Prasad S, Dhiman RK, Duseja A, . et al Lactulose melhora as funções cognitivas e de saúde de qualidade de vida em pacientes com cirrose que encefalopatia hepática mínima [ver comentário].. Hepatology 2007; 45:549 -59; Harrison SA, CP dia. Benefícios de modificação de estilo de vida na NAFLD. Gut 2007; 56:1760 – 9; Miyaaki H, Ichikawa T, Nakao K, et al. estudo clinico da doença hepática gordurosa não alcoólica no Japão: os fatores de risco para fibrose. Liver Internacional 2008; 28:519-24; Adams L, Lymp J, St Sauver J, et al. A história natural da doença hepática gordurosa não alcoólica: um estudo de coorte de base populacional. Gastroenterology 2005; 126:113 -21; Al-Chalabi T, S Boccato, Portmann B, et al. hepatite auto-imune (AIH) em idosos: Uma análise sistemática retrospectiva de um grande grupo de pacientes consecutivos com AIH definitivo seguidas em um centro de referência terciário. Hepatol J 2006; 45: 575-83; Krawitt hepatite E. auto-imunes. NEJM 2006; 354 :54-6; Zein CO, McCullough AJ. .. Associação entre fadiga e diminuição da sobrevida na cirrose biliar primária [comentário] Gut 2007; 56:1165-6.



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18 de julho de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A ESTEATOSE HEPÁTICA, ACÚMULO DE LÍPIDES (GORDURAS) EM CÉLULAS OU TECIDOS ONDE NORMALMENTE NÃO OCORREM,

GERALMENTE EM CONSEQUÊNCIA DE DISTÚRBIOS METABÓLICOS. OS LÍPIDES (GORDURAS) SÃO QUASE SEMPRE TRIGLICÉRIDES. O FÍGADO É O ÓRGÃO QUE MAIS FREQUENTEMENTE SOFRE ESTEATOSE (ACÚMULO DE GORDURA), O QUE REFLETE SEU PAPEL CENTRAL NO METABOLISMO DAS GORDURAS.

De todas as gorduras que ingerimos de forma incorreta, os triglicérides (gorduras neutras) ingeridos na dieta são 'empacotados' pelas células da mucosa (tecido) intestinal em partículas de lipoproteína (esferas minúsculas de óleo ou gordura) chamadas quilomícrons. O termo lipoproteína é empregado não para um composto químico definido, mas sim para uma família de partículas cuja finalidade é transportar lípides (gordura), principalmente triglicérides e colesterol, entre órgãos e tecidos. A estrutura básica das lipoproteínas é comum a todas, variando o tamanho e a proporção entre seus componentes. Os quilomícrons vão pelo sangue diretamente ao tecido adiposo (células de gordura), onde sofrem ação da enzima lipase lipoproteínica, presente nos capilares. A lipase quebra as moléculas de triglicérides em ácidos graxos (ácido graxo é um ácido carboxílico (COOH) de cadeia alifática (aquelas em que os átomos de carbono ligam-se entre si formando as cadeias com extremos livres). São considerados componentes orgânicos, ou em outras palavras, eles contêm carbono e hidrogênio em suas moléculas. Estes ácidos são produzidos quando as gorduras são quebradas. São altamente solúveis em água, e podem ser usados como energia pelas células.
São classificados em monoinsaturados, poliinsaturados, ou saturados. Já o glicerol ou glicerina, é um composto orgânico pertencente à função álcool (propano). Os ácidos graxos são incorporados aos adipócitos (células de gordura) e novamente esterificados com glicerol, voltando a formar triglicérides, que são então armazenados. Os principais grupos de lipoproteínas do plasma são: os quilomícrons, derivados da absorção intestinal de triglicérides. São as maiores partículas lipoproteicas, podendo ter diâmetro de 1 mm, e as menos densas, devido à alta proporção de lípides (até 99%). As VLDL (very low density lipoproteins) têm diâmetro de 30 a 90 nm (no máximo 1/10 do dos quilomícrons), são mais densas e com maior proporção de proteína. São sintetizadas basicamente no fígado para exportação de triglicérides para os tecidos, especialmente o tecido adiposo (gordura). Ao passar pelos capilares, boa parte dos triglicérides são retirados pela enzima lipase lipoproteínica, de modo que a partícula fica menor, mais densa, e mais rica em colesterol. Esta forma intermediária é conhecida como IDL (intermediate density lipoprotein). 
As LDL (low density lipoproteins) resultam da conversão das IDL por perda de uma das apoproteínas. São ricas em esteres de colesterol, e são a principal forma de distribuição de colesterol aos vários tecidos, onde é necessário para síntese de membranas e hormônios. As LDL são captadas pelas células mediante receptores de membrana especiais, que a célula produz na medida de sua necessidade de importar colesterol. A falta desta molécula é responsável pela doença hipercolesterolemia familiar, caracterizada por aterosclerose intensa e precoce. O que não for captado por outros órgãos o é pelo fígado, onde o colesterol é catabolizado (transformado em detritos). As HDL (high density lipoproteins) originam-se basicamente do fígado e intestino na forma de bicamadas discóides de fosfolípides. No plasma, captam colesterol não esterificado Mau colesterol e o incorporam em seu centro hidrofóbico, entregando-o aos hepatócitos células do fígado para catabolismo. Agem portanto como “lixeiros” de colesterol. A concentração de HDL é inversamente relacionada à incidência de aterosclerose coronária, talvez refletindo sua eficiência em remover colesterol. As HDL são as menores lipoproteínas, com diâmetro da ordem de 10 nm (100 vezes menores que os quilomícrons), chegam a ter 57% de proteínas (contra 1% dos quilomícrons).
A esteatose hepática, acúmulo de gordura no fígado é um processo sério de formação de gordura intra visceral ou intra abdominal, que independente de aumentar a quantidade de obesidade visceral ou abdominal, comprometendo todo o metabolismo de nosso organismo, com ênfase no fígado distruindo suas células, e desencadeando um efeito dominó em toda a economia orgânica. Não abra sua guarda, trate desse mal aparentemente silencioso, mas desastroso, emagreça entre outros detalhes.

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1. A concentração de HDL é inversamente relacionada à incidência de aterosclerose coronária, talvez refletindo sua eficiência em remover colesterol...
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2.A doença hepática gordurosa não alcoólica se assemelha à doença hepática induzida pelo álcool, a esteatose hepática por definição se desenvolve em pacientes que consomem pouco ou nenhum álcool...
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3. A esteatose hepatica, acumulo de gordura no figado é um processo sério de formação de gordura intra visceral ou intra abdominal...
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10 de junho de 2011

ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA: A EPIDEMIOLOGIA DA DOENÇA HEPÁTICA NÃO ALCOÓLICA, DENTRE ELAS A ESTEATOSE HEPÁTICA, ESTEATO HEPATITE NÃO ALCOÓLICA

QUE PODE EVENTUALMENTE LEVAR A DOENÇA HEPÁTICA SEM COLESTASE, À CIRROSE ALCOÓLICA E, PROVAVELMENTE, AO CARCINOMA HEPATOCELULAR, SOB O PONTO DE VISTA MUNDIAL, SENDO QUE 75% DOS OBESOS CHEGAM A APRESENTAR ESTEATOSE HEPÁTICA.

A doença hepática gordurosa não alcoólica é uma causa cada vez mais reconhecida de doença hepática no mundo. Com a obesidade sendo uma epidemia mundial, a doença hepática gordurosa não alcoólica está sendo observada com mais cuidado e é considerado como um problema de saúde pública. Além disso, como resultado do envelhecimento da população e um melhor controle de doenças hepáticas crônicas, como a hepatite C e a hepatite B e o ônus da doença hepática gordurosa não alcoólica deverá aumentar nos próximos anos. As estimativas de prevalência desta doença variam muito entre as populações, devido a diferenças nos métodos de diagnóstico e/ou definição. Novas estratégias para a prevenção, o diagnóstico e a gestão poderão alterar o curso da doença. A doença hepática gordurosa não alcoólica é um termo muito amplo e abrange todo um espectro de doença hepática variando de esteatose para esteato-hepatite não alcoólica que pode eventualmente levar a doença hepática sem colestase, à cirrose alcoólica e, provavelmente, ao carcinoma hepatocelular. Embora histologicamente (análise microscópica do tecido hepático que pode ser obtido por biópsia) a doença hepática gordurosa não alcoólica se assemelha à doença hepática induzida pelo álcool, a esteatose hepática por definição se desenvolve em pacientes que consomem pouco ou nenhum álcool. Com base na etiologia (origem), a doença hepática gordurosa não alcoólica é subdividida em primária e secundária. O principal tipo de doença hepática gordurosa não alcoólica é comumente encontrada entre pessoas com obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, central, intra-abdominal, visceral), diabetes mellitus tipo 2 e síndrome metabólica, e acredita-se que seja causada pela resistência à insulina. Já o tipo secundário pode estar associado ao uso de certos medicamentos e a uma variedade de transtornos diversos, dentre os quais transtornos infecciosos, nutricionais e erros inatos do metabolismo.
Uma análise adequada de todas as causas da doença hepática gordurosa não alcoólica foi recentemente publicada. Durante muitos anos, a doença hepática alcoólica, as hepatites virais, doenças do fígado induzidas foram consideradas as principais causas de morbidade de doença do fígado e de mortalidade no mundo todo. No entanto, com o aumento dramático na prevalência da obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, central, intra-abdominal, visceral), a esteatose hepática tornou-se a doença hepática crônica mais comum e atualmente está recebendo mais atenção a nível global. No início do século XXI mais de 30% da população mundial apresenta obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral). Em países mais desenvolvidos 75% das pessoas que apresentam obesidade (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra-abdominal, central, visceral) têm doença hepática gordurosa não alcoólica e até 20% pode ter doença hepática induzida pelo álcool.
Os estudos epidemiológicos são o alicerce para o controle e prevenção da doença pelo monitoramento da prevalência da doença, caracterizando a história natural e identificar os determinantes da doença. Além disso, estudos epidemiológicos também são utilizados para avaliar os métodos de diagnóstico e avaliação de intervenções. A finalidade desta avaliação é fornecer ao médico um resumo das evidências epidemiológicas mais recentes sobre a doença hepática gordurosa não alcoólica a nível mundial. 



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1.A doença hepática gordurosa não alcoólica é uma causa cada vez mais reconhecida de doença hepática no mundo...
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2.A doença hepática gordurosa não alcoólica se assemelha à doença hepática induzida pelo álcool, a esteatose hepática por definição se desenvolve em pacientes que consomem pouco ou nenhum álcool...
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3. Com o aumento dramático na prevalência da obesidade, a esteatose hepática tornou-se a doença hepática crônica mais comum e atualmente está recebendo mais atenção a nível global...
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1 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA-NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTEATOSE HEPÁTICA DIAGNOSTICADA (ATRAVÉS DE ULTRA-SOM)

ASSOCIADA À GLICEMIA DE JEJUM ALTERADA, E  ELEVADAS CONCENTRAÇÕES DE TRIGLICÉRIDES, DIMINUIÇÃO SIGNIFICATIVO DO HDL-COLESTEROL, COMO FATOR QUE PREDISPÕE A COMPROMETIMENTOS DO METABOLISMO ORGÂNICO, LEVANDO INCLUSIVE AO AUMENTO DA OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, CENTRAL , SEM EXCLUIR A RESISTÊNCIA PERIFÉRICA À INSULINA E À ATEROSCLEROSE, AVALIADOS APÓS 5 ANOS DO INÍCIO DA OBSERVAÇÃO.

Após 5 anos, independentemente da dosagem de insulina basal, os indivíduos com esteatose hepática (gordura no fígado) apresentaram significativamente mais anormalidades metabólicas, inclusive maiores índices de glicemia, incluindo a glicemia pós-prandial (medida 2 hs após qualquer alimentação com no mínimo 800 calorias), concentrações elevadas de triglicérides (quilomicrons, microesfera de gorduras circulatórias) e o HDL-colesterol mais baixo (bom-colesterol) que tem como característica o controle sobre o LDL-colesterol (mal- colesterol) para mantê-lo dentro de níveis adequados para não causar prejuízos ao organismo , como no caso da aterosclerose, que é a deposição de placas de ateroma na parede dos vasos, comprometendo a passagem do sangue pelo comprometimento aterosclerótico, (diminuição da luz dos vasos, por onde passa o sangue) e desta forma facilitando a obstrução dos vasos.

Indivíduos com esteatose hepática também têm um aumento significativo do risco de desenvolver diabetes tipo 2, não necessariamente insulino-dependente, como parte da síndrome metabólica se forem comparados com os indivíduos que não têm esteatose hepática (gordura no fígado).
A identificação por ultra-sonografia de esteatose hepática (gordura no fígado) prevê o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, não necessariamente insulino-dependente, em tempo médio de 5 anos,embora possamos diagnosticá-la, através de avaliação clinico-laboratorial específica.
Além disso, há uma relação complexa entre a esteatose hepática (gordura no fígado) e a dosagem de insulina em jejum, isto é, resistência periférica à insulina, que poderá com aumento da obesidade, piorar mais a esteatose hepática.

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1.A esteatose hepática pode ser um fator desencadeador de aterosclerose...

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2.A aterosclerose pode levar à obstrução de vasos... 
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3.É importante o diagnóstico de esteatose hepática por ultra-som...
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Referências Bibliográficas:
Sun Kim, MD, da Universidade de Stanford
Ki-Sung Chul do Hospital Kangbuk Samsung em Seoul, Coreia do Sul
Universidade na Califórniam - The Endocrine Society's
Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM).



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25 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: A DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO EM ADULTOS - DHGH, TEM NAREPOSIÇÃO DO HORMÔNIO DECRESCIMENTO UMA DAS POUCAS ARMAS NA SÍNDROME DO “PATÊ DU FOIE GRASS”,

OU ESTEATOSE HEPÁTICA, NOSSO FÍGADO É ANTES DE TUDO UMA VÍSCERA  E NÃO FOGE AO ESTIGMA DO OBESO HUMANO COM GORDURA VISCERAL, INTRA ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, CONTROLADA E DESCONTROLADA. ENTRETANTO ELA TEM OUTRAS FUNÇÕES ORGÂNICAS NO ADULTO, COMO MELHORA DA COGNIÇÃO, MEMÓRIA, RACIOCÍNIO, MELHORA DA OSTEOPOROSE E AJUDA NA TROCA DE GORDURA POR MUSCULATURA, NO CASO DE PACIENTES DEFICIENTES DHGH.

Todos nós, nos esquecemos da importância do fígado, um órgão visceral , bombardeado diariamente por substancias pseudo naturais, que nos levam a uma desagradável qualidade de vida, e existe uma Lei irrevogável denominada “lei da oferta e da procura”; quanto mais comemos maior e a transformação em gordura (reserva),quando acima de nossa necessidade , fora o estrago. É uma situação tão clara que é constrangedor ignorála. Ao se fazer um estudo prospectivo, sobre a associação em adultos com sobrepeso com intolerância à glicose, tem um risco que pode variar por uma gama muito extensa de 10 a 50% de desenvolver diabetes por ano e logicamente este fator amplo ocorre devido a vários problemas que podem acompanhar esta disfunção metabólica, e a resistência à insulina, é uma causa importante de progressão para diabetes nestes indivíduos.
A perda de peso tem se mostrado como a melhor e mais eficiente arma para melhorar a sensibilidade à insulina e prevenir ou retardar a progressão para o diabetes. Segundo estudos recentes, a melhora da sensibilidade à insulina, no sentido de ajudar ao paciente evitar este grave problema, é a eficiência na perda de peso que está intimamente ligado à redução do tecido adiposo visceral ou gordura intra visceral, à diminuição do depósitos de tecido adiposo( gordura) intra-abdominal que inclui gordura entre as vísceras e intra hepáticas( gordura do fígado, esteatose). Após o controle do IMC, a gordura corporal total e gordura subcutânea, só a obesidade intra visceral ou gordura intra abdominal ou central, é um fator de informação independente da sensibilidade à insulina, que é fabricada pelo pâncreas e a resistância à insulina leva ao diabetes e a diminuição à tolerância à glicose antes ou depois da perda de peso.
Este, por sua vez, sugere que a redução da gordura entre as vísceras e o fígado (gordura do fígado - esteatose) é crucial para melhorar a sensibilidade à insulina e a prevenção do diabetes em indivíduos de alto risco. O hormônio de crescimento (HGH –Somatotrofina), é uma substância lipolítica (termogênica), isto é queima gordura, reduzindo a gordura corporal total, abdominal e gordura visceral e talvez podemos esperar outras substâncias num futuro próximo, mas hoje o arsenal médico é terapeuticamente reduzido, sendo uma das poucas substâncias que possam nos ajudar, desde que ocorra uma deficiência da mesma no indivíduo, após uma avaliação criteriosa da deficiência do hormônio de crescimento (DGH) em adultos. Vários estudos têm relatado uma redução substancial da taxa de gordura intra visceral, abdominal, ou central, após tratamento com HGH - hormônio de crescimento nesta população. Como os adultos com deficiência do hormônio de crescimento - DHGH, indivíduos com obesidade aumentaram substancialmente a gordura intra visceral, abdominal ou central, e apresentaram resistência à insulina e os níveis de hormônio de crescimento se apresentaram abaixo do normal durante o monitoramento de 24 horas contínuas. Estas semelhanças levaram a uma série de investigações recentes em adultos com obesidade abdominal, visceral, central, (gordura no fígado) que relataram reduções significativas na gordura entre os órgão gástricos e demais viscerais e uma melhora na sensibilidade à insulina após a administração de HGH prolongada. Mas, gostaria de deixar uma observação, que não existem drogas milagrosas, e que pacientes com baixa tolerância à glicose e resistência à insulina, não necessariamente terão o mesmo resultado positivo, e é claro cada vez necessitamos de mais pesquisas.


           AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611


Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930

Como Saber Mais:
1.Perdendo gordura visceral, gordura entre as vísceras, melhora a tolerância à glicose e a resistência à insulina... 

http://gorduraabdominal.blogspot.com

2.Se não diminuir a gordura entre as vísceras e a gordura dentro do fígado – esteatose hepática, corre-se o risco de desenvolver diabetes tipo 2...

http://diabetesmellitustipo2cia.blogspot.com

3.O hormônio de crescimento – HGH ajuda na queima de gordura, ou seja, é termogênico... 
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. 


Referências Bibliográficas:
Departamento de Medicina da Universidade Estadual de Wayne, Detroit, EUA, M16 Suppl A: S62-7; Centro de Pesquisas de Endocrinologia e Metabolismo, Hospital Universitário Sahlgrenska, Göteborg, Suécia. Gudmundur.Johannsson.



Contato:
Fones: 55 (11) 5087-4404 ou 6197-0305
Nextel:55 (11) 7717-1257
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11 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTEATOSE HEPÁTICA (GORDURA NO FIGADO), NEM POR ALCOOLISMO OU INGESTÃO DE GORDURA, MAS POR COMPROMETIMENTO DA FLORA BACTERIANA INTESTINAL,

LEVANDO A SÍNDROME METABÓLICA,OBESIDADE INTRA VISCERAL, ABDOMINAL, CENTRAL, DISLIPIDEMIA, (COLESTEROL TOTAL, LDL COLESTEROL, DESEQUILÍBRIO DO BOM COLESTEROL, DIABETES TIPO2, HIPERTENSÃO ARTERIAL (PRESSÃO ALTA), IMPORTÂNCIA DAS PESQUISAS NOVAS, E PESQUISA PROSPECTIVAS.

Importantes funções metabólicas foram identificadas para a flora instestinal ,do intestino na saúde e na doença. Várias linhas de evidências sugerem um papel para a flora intestinal, do intestino em ambas a etiologia(causas) da doença hepática gordurosa inflamatória não alcoólica (NAFLD) e progressão para o estado mais avançado, esteatose (gordura) que pode apresentar hepatite não alcoólica.
 No patê de foie  gras, o figado do ganso vezes 10 seu tamanho normal
Ambos ( Hepatite) e Esteatose (gordura) hepática (fígado) sem processo inflamatório, estão fortemente ligados à obesidade, intra visceral, abdominal, central, diabetes mellitus tipo 2 e síndrome metabólica - Doença metabólica grave,pois envolve uma série de Sinais e Sintomas (definição de síndrome), que envolve gordura intra abdominal, visceral, ou central, Hipertensão Arterial Sistêmica (pressão alta) , Diabetes Tipo 2 não necessáriamente insulino dependente, Dislipidemia, Colesterol Total, LDL mal colesterol, desiquilíbrio do HDL- bom colesterol, Triglicerides, problemas respiratórios, Cardiovasculares, e cada vez mais todos nós encontramos novos comprometimentos, como pesquisas feitas recentemente na Inglaterra, onde mostram inclusive comprometimento da testosterona, em outras areas da economia orgânica, associado ao comprometimento por esta grave Doença (síndrome) , portanto, tornaram-se comuns os problemas no mundo inteiro.
Neste caso é do ganso, mas em humanos é semelhante sem preparo
Super crescimento bacteriano do intestino delgado de organismos Gram-negativos (bactérias) podem promover a resistência à insulina, aumentar a produção interna (endógena) de etanol (álcool) e induzir a deficiência de colina(amino ácido), todos os fatores implicados na Esteatose (gordura) Hepática (fígado) com processo inflamatório sem causa alcóolica . Entre os potenciais mediadores da associação, o lipopolissacarídeo (um componente de bactérias Gram-negativas nas paredes celulares de bactérias com gordura) exerce relevantes efeitos metabólicos e inflamatórios. Embora a melhor evidência para apoiar um papel para a flora bacteriana do intestino na presença de doença Esteatose (gordura) Hepática (fígado) com processo inlfamátorio sem processo alcoolico, e bem como o estado mais avançado da Esteatose (gordura) Hepática (fígado)não alcóolica , vem em grande parte dos modelos em laboratório, mas também dados de estudos em seres humanos (embora ainda em desenvolvimento devido a outros problemas graves encontrados as vezes) está acumulando e pode levar a novos caminhos terapêuticos para essas doenças altamente prevalentes (frequentes).
Esta é uma doença que se tornou epidemia no mundo tanto em países ricos como pobres,cada vez mais estudado devido a sua imensa GravidadePortanto quando você perceber que apresenta 2 ou mais sintomas desta síndrome, ou um Ulta-som que apresente diagnóstico de Esteatose (gordura) Hepática (fígado), mais outros sintomas, sendo magro ou obeso, tenha certeza que não é só a picanha com gordura que faz o estrago , existirão além desses fatores, uma quantidade imensa e graves de fatores , que independem da sua vontade mas são controláveis desde que tratados, que diminuirão sua vida irremediavelmente.


AUTORES PROSPECTIVOS

DR. JOÃO SANTOS CAIO JR
ENDOCRINOLOGISTA-NEUROENDOCRINOLOGISTA
CRM:20611

DRA. HENRIQUETA V.CAIO
ENDOCRINOLOGISTA-MEDICINA INTERNA 
CRM:28930

Como Saber Mais:
1. OBESIDADE VISCERAL CAUSA GORDURA NO FIGADO...
http://gorduravisceral.blogspot.com/


2. PESSOAS MAGRAS TAMBÉM PODEM TER ESTEATOSE ...
http://obesidadecontrolada3.blogspot.com/

3. A SÍNDROME METABÓLICA PODE TER ESTEATOSE HEATICA... http://metabolicasindrome.blogspot.com/ 


PERMITIDO O USO DE UTILIZAÇÃO DOS DIREITOS AUTORAIS DESDE QUE
CITADOS OS AUTORES PROSPECTIVOS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

Referências Bibliográficas:
Abu Shanab A. & E. M. M. Quigley
Alimentar Centro Pharmabiotic, Instituto de Biociências, Piso 5, da University College Cork, Cork, Irlanda (A. Abu Shanab, Quigley EMM). Publicado em 02 novembro de 2010
Nature Reviews Gastroenterologia e Hepatologia 7, 691-701 (Dezembro de 2010) | doi: 10.1038/nrgastro.2010.172.

Contato
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Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
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19 de novembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA - NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTEATOSE HEPÁTICA (GORDURA NO FIGADO), OBESIDADE (VISCERAL, INTRA-ABDOMINAL, OU CENTRAL), OBESIDADE DESCONTROLADA, CONTROLADA, EMAGRECER.

ESTES FATORES TENTAM DESAFIAR A LEI DA FÍSICA ONDE O ENUNCIADO É CLARO: DOIS CORPOS NÃO PODEM OCUPAR O MESMO LUGAR EM UM  MESMO ESPAÇO. E NÃO SE ESQUEÇA COMO SE FABRICA O “PATÊ DU FOIE GRAS”.

Recentemente uma edição da revista VEJA alertou para um fato que  décadas atrás nós médicos relevávamos a  segundo plano, entretanto, com a epidemia da obesidade que se instalou no mundo, fez com que se  reavaliasse nossas posições e através  de uma reflexão percebemos o quanto  a  Esteatose  (gordura no fígado) sempre foi uma doença de intensa gravidade. Em sua edição  nº 2181-ano 43-nº36 8 de setembro de 2010, a VEJA em sua pagina 126, mostra como os criadores de animais principalmente na Califórnia, Florida, alimentam suas aves com fins comerciais, neste caso,  o ganso, onde literalmente colocam um funil garganta  abaixo da ave e em aproximadamente vinte dias os alimentam com 2 quilos de milho para que seus fígados adquiram dez (10) vezes seu tamanho natural, e depois esta pronto para o abate; apenas uma ressalva, também seu fígado  em quantidade de gordura , é transformada logo após o abate  no famoso “ PÂTE DE FOIE GRAS”,  que obviamente será servido com todo o requinte sofisticado nas melhores mesas do mundo como” manjar dos deuses”.  Não estou aqui   questionado nenhum gourmet;  este é um exemplo do  que fazemos  com o nosso próprio corpo, que  é exatamente o que o criador de gansos faz com seus animais. 

Não podemos nos esquecer que o fígado é uma víscera, e a obesidade visceral, abdominal  ou central, é exatamente quem levará a gordura para nossos fígados, com a diferença que não são colocados pedaços de tomates secos (desidratados) no nosso pobre fígado. Mas tem outro detalhe que eventualmente seja tão grave quanto este, nossas vísceras  são envoltas em muito mais gordura, promovendo um bloqueio no músculo diafragma que é o responsável  pela contração e relaxamento que nossos pulmões quando respiramos, fazendo  a troca do O2 por CO2,  denominado processo de HEMATOSE, que mandará para o coração o sangue oxigenado e assim possamos viver.
Em tempo: o obeso intra abdominal ou Visceral é lógico que tanto o pulmão quanto o coração, este último localizado em posição central na região do mediastino , também tem que empurrar uma polegada a uma e  meia, de gordura que os revestem em caso de obesidade visceral, abdominal ou central. Portanto estamos agindo de forma irresponsável, encurtando nossas vidas se não tomarmos providências o quanto antes. 
PENSE NISSO.


AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia - Neuroendocrinologista
CRM 20611

Dra. Henriqueta V.Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930


Como saber mais:
1.   É comum a esteatose  em pessoas com sobrepeso e obesidade...
http://gorduraabdominal.blogspot.com


2.   Esteatose é tratável...
http://obesidadecontrolada1.blogspot.com/


3.   É importante a relação cintura / quadril...
http://imceobesidade.blogspot.com/


Referência Bibliográfica:
Nature Reivews – Gastroent. & Hepatology – May 2010-11-19
Division of Endocrinology, Children`s Hospital Boston, Ma, USA,
E. T. Rhodes, D. S. Luduwig
Lipid Disorders A.Gotto , H. Pownall 2ª edition



Contato:
Fones: 55(11) 5087-4404 ou 6197-0305
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